Outubro Rosa PUC Júnior Consultoria

Conheça a campanha Outubro Rosa, criada para a conscientização sobre o câncer de mama.

 

 

O Outubro Rosa é uma campanha de adesão mundial a qual busca conscientizar a população sobre o câncer de mama, disseminando informações e apoio para uma doença que atinge mais de 2 milhões de pessoas, segundo a organização mundial de saúde (OMS).

 

Celebrado anualmente, o movimento foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. Na prática, ele é responsável por promover eventos técnicos e debates sobre o tema, assim como aplicativos com intuitos educativos. Milhões de pessoas nas redes sociais espalham a campanha e estimulam o debate sobre.

 

Atenções especiais ao câncer de mama

 

O câncer é uma enfermidade que avança rapidamente de estágio, e ano passado o Instituto nacional do câncer contabilizou 243 mil mortes ocasionadas pelo próprio câncer no Brasil. Destas, cerca de 25% foram por câncer de mama. A doença tem vários tipos, e atinge homens e mulheres, podendo a multiplicação desordenada de células progredir no corpo em poucos meses, ou de forma lenta e sigilosa, abdicando até de sintomas iniciais.

 

Se descoberta no início, 95% dos casos tem chance de cura. Entretanto, neste setor reside o fator importante da questão: Dos exames diagnósticos esperados esse ano no Brasil, apenas 23% foram feitos. 

 

O câncer de mama não tem a atenção devida. Faltam informações e comunicações. O trabalho desenvolvido pelo ministério da saúde, com intermédio do Instituto Nacional de Câncer (INCA) desde o início do século foi o de tentar democratizar conhecimento e dar condições para que mulheres de baixa renda conseguissem realizar exames de detecção e se precaver da doença.

 

Qual a importância do outubro rosa para o combate ao câncer de mama?

 

O Outubro Rosa tem impacto mundial. Foi escolhido o mês de outubro para focar num objetivo global de se reduzir o número de mortes ocasionadas pelo câncer de mama. Nesse contexto, se busca proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento. A campanha tem obtido resultados espetaculares em alguns aspectos:

 

Doações: 

 

Existem diversas organizações pelo mundo que trabalham para melhorar a vida dos pacientes com câncer de mama, e que também facilitam o trabalho de disseminar conhecimento. Mas para que esse trabalho continue, as organizações precisam de apoio por meio de doações.

 

Daí surgiram iniciativas, como a da empresa  Doare, uma ‘fintech de doações online’ que inovou o sistema de doações, facilitando essa parceria de forma segura e prática. As empresas a partir de agora tem mais oportunidade de criarem campanhas para serem “embaixadoras”, e assim arrecadarem fundos para as causas. 

 

O Outubro Rosa passou a ser o intermediador da comunicação entre doadores e organizações de combate ao câncer. Na data em questão, tais instituições ganham uma enorme notoriedade, e recebem atenção de milhões de pessoas, que apoiam a causa e fazem as doações aumentaram bruscamente.

 

É possível fazer a doação em diversas moedas. Além disto,  todas as organizações, antes de irem ao ar, passam por um processo longo e rigoroso de inspeção, para não correr o risco do desvio de dinheiro.

 

Divulgando Informação:

 

Mais uma vez é necessário ressaltar que o câncer de mama é uma doença com alta chance de cura em estágio inicial. Os exames diagnósticos realizados, entretanto, caem nas estatísticas ano após ano. 

 

Estes testes são feitos por uma biópsia de área suspeita, analisada por um patologista, caso anteriormente seja encontrado algo suspeito em qualquer consulta médica.Para se encontrar essa “suspeita”, existe o exame de mamografia, feito por intermédio de imagens, que permite verificar alterações na região do tecido mamário. 

 

Mulheres com mais de 40 anos são as mais suscetíveis a desenvolver a doença. Por isso, é veemente recomendado que a cada dois anos tais realizem a mamografia. O exame é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Já no setor privado os valores não são exorbitantes, e em média custam R$150. Vale lembrar que em diversos lugares, no plano público, não há lista de espera para tal.

 

Muitas mulheres desconhecem a necessidade do exame ou não dão a importância devida para tal. Neste contexto, o Outubro Rosa entra em ação. A campanha serve como uma espécie de lembrete, trazendo o assunto a tona, discutindo o tema e disseminando conhecimento.

 

Pontos turísticos

 

Importantes cartões postais aderiram a campanha e se iluminaram com cores rosas, espalhando a campanha. 

 

As construções revestidas com a cor da campanha vão desde torres, museus, teatros e outros pontos turísticos: O edifício Empire States nos EUA, a torre Eiffel na frança e o espetacular teatro Opera House na Austrália, entre outros.

 

No Brasil, muitas cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília  iluminam seus principais cartões-postais, como pontos turísticos e prédios públicos, com luzes rosas. Secretarias e prédios do executivo e legislativo também aderem ao movimento. 

 

Mídias Sociais

 

Se o assunto é informar, as mídias sociais são uma ferramenta extremamente eficaz. Milhares de posts são publicados com o intuito de espalhar a campanha durante o mês. O Outubro Rosa também tem tido um papel importante para encorajar mulheres a fazer os exames pré diagnósticos.

 

Um estudo publicado em 2016 na revista Breast Cancer Research and Treatment, que analisou mais de 1 milhão de posts sobre o câncer de mama, detectou que 38% dos posts abordavam dificuldades relacionadas a realizar o diagnóstico e tratamento da doença. Entre estas barreiras estavam aspectos emocionais (medo, ansiedade, negação, depressão), assim como crenças pessoais e aspectos físicos. 

 

A campanha passa então a ajudar tanto aqueles que não tem acesso a informação, como os que têm dificuldades em fazer o exame.

 

Mas vale lembrar que nem sempre as mídias sociais são utilizadas de forma benéfica. Em geral, as informações divulgadas sobre o Outubro Rosa são em incompletas, fora de contexto, desatualizadas ou até mesmo equivocadas, o que pode levar o público a conclusões enganosas sobre a doença.

 

Um levantamento recente realizado pela Kantar Health analisou os tipos de postagens do Facebook. Nos grupos do aplicativos, em média 50% das publicações abordam experiências próprias ou propagandas. No Twitter, as postagens relacionadas ao tema que apresentam o intuito de apoiar o pré diagnóstico representam apenas 2%.

 

Aplicativos

 

Na internet, também houve movimento para a criação de diversos aplicativos sobre o tema. Com diferentes objetivos, em geral são plataformas que facilitam o auto-acompanhamento da saúde das mulheres. 

 

Um bom exemplo é o aplicativo “Outubro Rosa BP”. Nele você pode anotar quando foi sua última mamografia, autoexame e ultrassonografia de mama. O aplicativo te envia uma notificação quando estiver chegando a data de realizar os diagnósticos novamente.

 

Os App´s são na grande maioria gratuitos e ocupam pouco espaço, contribuindo no processo de democratização da informação.

 

Política

 

Doações, informações, postagens, iluminação de pontos turísticos. Todo esse movimento desperta o interesse no debate sobre o câncer de mama e políticas do governo para o combate da doença. Mundo afora, o executivo e legislativo de diversos países se movimenta para trazer inovações e benefícios para a saúde da mulher. 

 

No Brasil muitos projetos de lei são feitos durante a mês de outubro, mas depois há pouca movimentação para que ocorra de fato tramitação e se tenha algo aprovado. Alguns estados e municípios 

 

Alguns desses projetos ganham notoriedade. No senado existe uma emenda em tramitação para que, no sistema universal de saúde (SUS), seja determinado um prazo máximo de 30 dias

 

entre a suspeita do câncer e a sua biópsia. Na câmara federal deputados tentam aprovar projeto que permite que mulheres com alto risco da doença possam fazer teste genético pelo SUS.

 

Mesmo sem certa efetividade, a campanha tem tido papel importante para pressionar o setor público a debater e trazer melhorias para a área da saúde e especificamente para o câncer de mama.

 

Avanços

 

Os medicamentos contra o câncer de mama, ao longo do tempo,  foram desenvolvidos para matar células cancerosas sem matar muitas células saudáveis. As drogas mais modernas combatem o câncer da mesma forma, porém focam em manter o sistema de defesa natural do corpo mais preservado e assim trazendo menos consequências.

 

Outros avanços estão na parte da cura de fato. Cientistas israelenses da empresa Acelerated Evolution Biotechnologies Ltd criaram uma tecnologia chamada MuTaTo (Multi-Target Toxin) que utiliza um grupo de peptídeos para atacar de forma específica o tumor cancerígeno, levando toxinas através de células receptoras.

 

A expectativa é que em abril de 2020 já se tenha a cura do câncer.

 

A PUC Júnior Consultoria se solidariza com a campanha espera que tenha ficado mais claro o papel do Outubro Rosa e seu impacto na sociedade!

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